segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dia 1 de Agosto de 2010

Budapeste

Após a noite muito bem dormida (ou não!) chegámos a Budapeste, capital da Hungria. Saídos do comboio rumámos para uma casa de câmbio para trocar os nossos preciosos euros por forints (e fomos bem enganados, que com a treta das taxas ficámos com menos €10). O próximo objectivo era confirmar os comboios para Zagreb e encontrar um hostel, ou melhor, chegar ao hostel que, presumivelmente, tínhamos marcado. Depois de comprarmos os bilhetes de 24h para os transportes de Budapeste, fomos à descoberta do metro (deveras organizado, diga-se de passagem) e lá fomos ter ao Hostel Mandala, o tal da reserva. No entanto, ao chegar lá, descobrimos que a reserva não tinha sido feita com sucesso e, além disso, eles tavam cheios! "Bolas!"...Mas os responsáves pelo Mandala foram extremamente simpáticos e, além de nos darem um mapa, deixaram-nos utlizar a internet deles para procurarmos outro hostel. Depois de algumas voltas com as malas às costas, chegamos então ao MarcoPolo Hostel, que tinha dormitórios a €15/noite, com cacifos e tudo!:P Decidimos ficar e acho que foi uma boa escolha!:)

Depois de arrumar as coisas e trocar de roupa, fomos ter com três amigas nossas da FMV (Maggie, Rita e Lúcia) a uma feira junto à Chain Bridge, onde havia música tradicional e comidinha típica, da qual provámos testículos de galo, frango com cogumelos e batata com cebola, os três muito saborosos!:)

Terminado o almoço (e foi tão bom ver caras conhecidas numa cidade distante!:) ) fomos visitar a parte Peste de Budapeste, passando pela margem do Danúbio, com os "Shoes of Danube", uma homenagem às vítimas do holocausto, o Parlamento, relativamente parecido com o Parlamento Inglês, a igreja de St. Stephans, a Ópera, uma série de museus (mas só por fora!:P), a rua principal Andrássy, a Heroe´s Square, tão ampla, O parque da cidade, com lagos, patos e um castelo do tipo contos de fada...À noite fomos à Synagogue e voltámos à Chain Bridge para vermos a cidade à noite, iluminada e esplendorosa, num caloroso convite a voltar là vezes sem conta! Um bocado cansados da noite anterior, bastante atribulada, mais a visita a toda a parte Peste (ah, e quase me esquecia do metro mais antigo da Europa, a linha amarela, com músicas estilo jogos de computador antigos!), voltámos para o hostel, para a bem merecida soneca, de novo numa confortável cama.

Dormimos, dormimos, dormimos...até que o Shrek nos acordou com roncos estrondosos e assustadores. Era grande, mas não era verde...Acordou toda a gente e ninguém o conseguia calar! Maldito!

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