Praga
Chegámos a Praga por vota do meio-dia e fomos, como sempre, fazer as perguntas habituais sobre horas e reservas das próximas viagens e depois levantar dinheiro já que aqui a moeda também é diferente

Demorámos ainda um bocado a comprar os bilhetes de metro porque só tínhamos cada 1, uma nota de 1000 coroas checas e nem as máquinas aceitavam notas, nem ninguém nos trocava a nota, mas depois disso fomos rapidamente até ao hostel que ficava só a 2 estações.
Tínhamos finalmente, com sucesso, marcado um hostel! Nem nos lembrámos das correrias de outros dias à procura de um sítio para ficar. Pagámos os quartos e ainda 1 depósito por cada chave que nos iam dar e ficámos à espera que nos levassem ao quarto. Quando a rapariga voltou à sala comum para ir ter connosco, confundiu-nos com um grupo de franceses e depois já não se lembrava de nós... Levou-nos ao quarto e pediu desculpa, mas só tinha 2 chaves. Não houve problema porque as minhas coisas e da Alexandra couberam todas num cacifo. Também nos disse que ainda não tinha roupa da cama para nos dar. Fizemos o almoço, tomámos banho e fomos dar o primeiro passeio por Praga. Como o meu cunhado também estava em Praga, foi ter connosco, e por uma tarde, fomos 4 em vez de 3 =)
Visitámos toda a zona da Mala Strana: o castelo que é, na verdade, mais um palácio, igrejas e catedrais, o menino Jesus de Praga, onde o Gordo e a Alexandra foram apanhados a tirar fotos no confessionário e o senhor os repreendeu com um ar triste/desiludido, os jardins (do palácio?),
com um monte de esquilos, e ainda descemos até ao rio, atravessámos uma ponte, não tão cheia como a ponte D. Carlos e nos despedimos do Tiago, para, depois sim, atravessarmos a ponte D. Carlos, cheia de bancas de brincos, colares e caricaturistas. Fomos jantar a nossa refeição típica, que não sei quão realmente típica foi :P eu comi Goulash de vaca e eles carne de porco com molho e uma coisa que parecia chantilly. A parte certamente típica foi mesmo a cerveja que eles os 2 beberam e eu provei (mantive-me fiel à coca-cola!).Depois do jantar, apanhámos o metro e voltámos para o hostel. Ainda era cedo, perto das 20h/21h, mas já estávamos todos cansados, porque a última noite não tinha sido das melhores.
Preparámos o almoço para o dia seguinte e descobrimos que 2 rapazes do nosso quarto eram brasileiros, mas um deles passado um bocado voltou a falar com o Gordo, mas em inglês... Estranho! Fomos para a sala comum enquanto esperávamos que o computador vagasse para podermos marcar o hostel de Viena e ficámos a jogar cartas enquanto o resto das pessoas estava a conversar. Às tantas, quando já estávamos no computador, um rapaz pegou na guitarra eléctrica que tinha levado e começou a tocar, enquanto uma rapariga cantava. Pouco depois fomos deitar-nos, mas só havia roupa de cama para 2 pessoas... Eu não me importei de dormir no saco-cama, porque de qualquer das maneiras, já ia fazer isso.
Deitámo-nos ainda com gente na sala comum a rir e a fazer barulho (a sala comum era mesmo ao lado do nosso quarto!). Achámos que não íamos adormecer tão cedo por causa do barulho, mas talvez devido ao cansaço, pouco depois já estávamos a dormir.

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